Se conhecer. Esta é uma das coisas mais importantes para nós nesta era moderna em que vivemos e em que, cada vez mais, as relações humanas se tornam superficiais e virtuais.
Mas, atenção: para se conhecer é preciso ter a mente e o coração abertos para encarar e aceitar fatos sobre si que podem não agradar e, principalmente, ter a coragem de enfrentá-los e mudá-los. Caso contrário estaremos desperdiçando capacidades que muitas vezes temos medo de enxergar.
"Ou aprendo a voar ou me estatelo no chão tendo asas".
terça-feira, 30 de julho de 2013
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Pensar em si é "démodé"
O mundo não anda mais... Ele corre e nos leva com ele. Nós e nossas ansiedades, nossas tarefas, nossas faltas de tempo... Para muitos, 24 horas para um dia é muito pouco. Mas por que pouco se desde que o mundo é mundo o dia tem 24 horas?
Abarrotamos nosso tempo com um monte de coisas que não sobra tempo para a família, para curtir os amigos ou, o que é pior, para nós mesmos! Para refletirmos sobre nosso ser, sobre nossas escolhas, sofrimentos, alegrias! Aliás, pensar em si parece ser algo "démodé".
Zygmunt Bauman, sociólogo polonês observou a questão em seu livro "Modernidade Líquida" e disse em entrevista ao jornal O Globo: "O mundo, como somos induzidos a acreditar, tornou-se um contêiner sem fundo de coisas a serem consumidas e aproveitadas. (...) A pressa - e o vazio - é fruto disso, das oportunidades que não podemos perder. (...) Estar sozinho - a liberdade de gastar o tempo com nossos próprios pensamentos - é identificado hoje com solidão, com abandono, com a sensação de não pertencer".
Você já se sentiu assim?
Abarrotamos nosso tempo com um monte de coisas que não sobra tempo para a família, para curtir os amigos ou, o que é pior, para nós mesmos! Para refletirmos sobre nosso ser, sobre nossas escolhas, sofrimentos, alegrias! Aliás, pensar em si parece ser algo "démodé".
Zygmunt Bauman, sociólogo polonês observou a questão em seu livro "Modernidade Líquida" e disse em entrevista ao jornal O Globo: "O mundo, como somos induzidos a acreditar, tornou-se um contêiner sem fundo de coisas a serem consumidas e aproveitadas. (...) A pressa - e o vazio - é fruto disso, das oportunidades que não podemos perder. (...) Estar sozinho - a liberdade de gastar o tempo com nossos próprios pensamentos - é identificado hoje com solidão, com abandono, com a sensação de não pertencer".
Você já se sentiu assim?
quarta-feira, 6 de julho de 2011
HOJE É TEMPO DE SER FELIZ*
A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso, que a idéia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver.
Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existencia as mais diversas formas de sementes.
Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe...
Para cada dia, o seu empenho. A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa!"
Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura.
Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos!
Infelicidade, talvez seja o contrário.
O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes... Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã!
Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra. Cuidado com os semeadores que não lhe amam. Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas.
Cuidado com os semeadores que você não conhece. Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores...
Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você, afinal, você merece muito mais que qualquer coisa.
Cuidado com os amores passageiros... eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam...
Cuidado com os invasores do seu corpo... eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem...
Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar... eles costumam lhe fazer esquecer que você vale à pena...
Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí... elas costumam estragar o nosso referencial da verdade...
Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos... elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo.
Não tenha medo de se olhar no espelho. É nessa cara safada que você tem, que Deus resolveu expressar mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo.
Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz.
Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida.
Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito...
A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta "que os sonhos não envelhecem..."
Vai em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões.
Deus resolveu reformar o mundo, e escolheu o seu coração para iniciar a reforma.
Isso prova que Ele ainda acredita em você. E se Ele ainda acredita, quem sou eu pra duvidar... (?)
*Texto Padre Fábio de Melo
Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existencia as mais diversas formas de sementes.
Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe...
Para cada dia, o seu empenho. A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa!"
Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura.
Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos!
Infelicidade, talvez seja o contrário.
O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes... Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã!
Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra. Cuidado com os semeadores que não lhe amam. Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas.
Cuidado com os semeadores que você não conhece. Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores...
Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você, afinal, você merece muito mais que qualquer coisa.
Cuidado com os amores passageiros... eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam...
Cuidado com os invasores do seu corpo... eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem...
Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar... eles costumam lhe fazer esquecer que você vale à pena...
Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí... elas costumam estragar o nosso referencial da verdade...
Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos... elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo.
Não tenha medo de se olhar no espelho. É nessa cara safada que você tem, que Deus resolveu expressar mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo.
Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz.
Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida.
Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito...
A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta "que os sonhos não envelhecem..."
Vai em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões.
Deus resolveu reformar o mundo, e escolheu o seu coração para iniciar a reforma.
Isso prova que Ele ainda acredita em você. E se Ele ainda acredita, quem sou eu pra duvidar... (?)
*Texto Padre Fábio de Melo
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Por Cristiane Souza
quarta-feira, 29 de junho de 2011
A felicidade realista*

De norte a sul, de leste a oeste, todo mundo quer ser feliz. Não é tarefa das mais fáceis. A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos,sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica, a bolsa Louis Vitton e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando.
Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário,queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Por que só podemos ser felizes formando um par e não como pares? Ter um parceiro constante, não é sinônimo de felicidade, a não ser que seja a felicidade de estar correspondendo a expectativas da sociedade, mas isso é outro assunto. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com parceiros, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um game onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.
*Texto de Martha Medeiros
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Por Cristiane Souza
terça-feira, 21 de junho de 2011
Já... *
Já fui julgada.
Até crucificada
Já fui enaltecida
e muito amada.
Já fui certa e errada.
Já julguei e condenei.
Arrependi-me e me desculpei.
Já fiz de tudo um pouco
Porque meu verbo é solto.
Se sinto, preciso falar,
Se me incomoda
Tenho que questionar.
Mal interpretada costumo ser
Mas o que posso fazer
Quando preciso dizer
O que vai dentro do meu coração
E bole com a minha emoção.
Já fui injusta com quem não deveria ser
e cruel com quem fez por merecer.
Já fui bondosa e companheira.
Já fui até a enfermeira
De vidas que desabavam.
Já fui bombas que estouravam
Em meio a guerras devastadoras.
Já fui a doutora que curou
Um coração que se feriu por amor.
Já fui à personagem esquecida
E a atriz principal.
Já fui recatada e imoral.
Já fui alguém que o vento levou
E que trouxe, de volta, por um favor.
Já acertei e errei
Adoeci e me curei.
Já pedi e implorei.
Já cedi, vendi e dei.
Já me culpei e me torturei
Por tantas coisas que nem sei.
Já corri muito atrás
Mas era longe demais
E não consegui chegar.
Já rasguei lembranças
Que não prestavam mais.
Já remexi o lixo para achá-las
E de volta, na gaveta, colocá-las.
Já fiz de tudo um pouco
Afinal sou normal,
Só não posso revelar
O etc. e tal.
*Texto de Martha Medeiros
Até crucificada
Já fui enaltecida
e muito amada.
Já fui certa e errada.
Já julguei e condenei.
Arrependi-me e me desculpei.
Já fiz de tudo um pouco
Porque meu verbo é solto.
Se sinto, preciso falar,
Se me incomoda
Tenho que questionar.
Mal interpretada costumo ser
Mas o que posso fazer
Quando preciso dizer
O que vai dentro do meu coração
E bole com a minha emoção.
Já fui injusta com quem não deveria ser
e cruel com quem fez por merecer.
Já fui bondosa e companheira.
Já fui até a enfermeira
De vidas que desabavam.
Já fui bombas que estouravam
Em meio a guerras devastadoras.
Já fui a doutora que curou
Um coração que se feriu por amor.
Já fui à personagem esquecida
E a atriz principal.
Já fui recatada e imoral.
Já fui alguém que o vento levou
E que trouxe, de volta, por um favor.
Já acertei e errei
Adoeci e me curei.
Já pedi e implorei.
Já cedi, vendi e dei.
Já me culpei e me torturei
Por tantas coisas que nem sei.
Já corri muito atrás
Mas era longe demais
E não consegui chegar.
Já rasguei lembranças
Que não prestavam mais.
Já remexi o lixo para achá-las
E de volta, na gaveta, colocá-las.
Já fiz de tudo um pouco
Afinal sou normal,
Só não posso revelar
O etc. e tal.
*Texto de Martha Medeiros
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